“O amor é uma história sobre nós; é uma saga de um romantismo que consegue nos levar ao céu; é uma aventura de amor, alegria, decepções e ódio. Para um amor desse precisamos de imaginação, mas só imaginação não é o bastante, porque a realidade de um sentimento desse é mais surpreendente do que qualquer coisa imaginável , e esse sentimento tem que ser reciproco, os dois tem que gostar na mesma intensidade, na mesma vontade, no mesmo desejo. Amar por dois destrói, machuca, tortura. Sabe aquela frase ” quando um não quer, dois não brigam”? Vamos utilizar com o amor ” Quando um não quer, os dois não amam”. Quando ambos amam, tudo muda, a felicidade te possui, o prazer de entrega, as loucuras florescem, seus sonhos te cativam.”
“Hoje pensei sério: se me perguntassem o que mais desejo na vida, não saberia responder. Quero tudo. Mas esse “tudo” é tão grande, tão vago, que me sinto estonteado. É preciso ir limitando meu sonho, apagando as linhas supérfluas, corrigindo as arestas, até restar somente o centro, o âmago, a essência. Mas qual será esse centro, meu Deus, que não encontro?”
“Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Entupo-me de ausências, esvazio-me de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos. Pouco não me serve, médio não me satisfaz, metades nunca foram meu forte! Todos os grandes e pequenos momentos, feitos com amor e com carinho, são pra mim recordações eternas. Palavras até me conquistam temporariamente, mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.”
“O que mata por dentro é saber que o outro nunca se sente tão mal quanto você. A falta, em si, é uma espécie de egoísmo. Geralmente sentimos falta de quem não sente da gente, caso contrário, nem notamos.”